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A economia mudou o perfil de compra do brasileiro.

[:pb]A maioria dos consumidores brasileiros reflete antes de fazer uma compra por impulso. De acordo com um levantamento feito pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) com 600 consumidores em 26 capitais, 82,9% garantem que quando sentem vontade de comprar um produto perguntam a si mesmos se realmente precisam e, caso contrário, preferem não comprar. No ano passado, o índice era de 75,3%.

O estudo identificou, no entanto, que apenas três em cada dez brasileiros são conscientes. Apesar de ter apresentado melhora, o aumento do indicador foi discreto em relação a 2015. “O consumidor brasileiro ainda possui desempenho abaixo do que é considerado ideal, representando um consumidor em transição. Assim como em 2015, os entrevistados associam mais frequentemente o consumo consciente com atitudes relacionadas apenas a aspectos financeiros, ficando em um segundo plano as esferas ambientais e sociais”, explica a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti.

Para elaborar o indicador, foi realizada uma pesquisa para investigar os hábitos, atitudes e comportamentos que fazem parte da rotina dos brasileiros. As questões permearam as três dimensões que compõem o conceito de consumo consciente, e todas elas obtiveram resultados abaixo do desempenho ideal de 80%: práticas ambientais (72,5%), práticas financeiras (73,8%) e práticas sociais (70,6%).

“À primeira vista, este poderia ser um sinal de que o brasileiro está caminhando em direção a hábitos de consumo mais racionais, mas não se pode deixar de relacionar esses dados ao contexto econômico recessivo atual do país. O crescimento dos níveis de desemprego, inflação alta e as incertezas em relação ao futuro do país fazem com que o consumidor adote uma postura mais precavida em relação a suas finanças”, afirma Kawauti.

 

Para a economista, por um lado o consumidor age com maior cautela nas compras e toma mais atitudes para economizar, no sentido de fazer seu orçamento render mais; por outro, ele parece mais pressionado a resistir às compras sem planejamento, pois entende que esse comportamento se torna ainda mais arriscado em tempos de crise.

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Entre as atitudes mais praticadas estão a de doar ou trocar produtos que não precisa mais antes de jogar fora (87,1%), não usar carro para ir a qualquer lugar (76,3%) e evitar imprimir papeis para evitar gastos e cuidar do meio ambiente (75,6%). A preferência pelo álcool em detrimento da gasolina, além de ser a prática menos frequente, foi a única a apresentar queda significativa – de 41,4% em 2015 para 32,6% em 2016.

Fonte: Meio e Mensagem

[:en]Most Brazilian consumers reflect before making an impulse purchase. According to a survey conducted by the Credit Protection Service (SPC Brazil) and the National Confederation of Shopkeepers (CNDL) with 600 consumers in 26 capitals, 82.9% guarantee that when they feel like buying a product they ask themselves If they really need it and otherwise would rather not buy it. Last year, the index was 75.3%.The study identified, however, that only three out of ten Brazilians are aware. Despite the improvement, the increase in the indicator was slight compared to 2015. “Brazilian consumers still perform below what is considered ideal, representing a consumer in transition.
Just as in 2015, respondents more often associate conscious consumption with attitudes related only to financial aspects, leaving the environmental and social spheres behind, “explains SPC Brazil chief economist Marcela Kawauti.

To elaborate the indicator, a research was carried out to investigate the habits, attitudes and behaviors that are part of the routine of Brazilians.
The questions permeated the three dimensions that make up the concept of conscious consumption, all of which achieved below ideal performance of 80%: environmental practices (72.5%), financial practices (73.8%) and social practices (70, 6%).

“At first glance, this could be a sign that the Brazilian is moving towards more rational consumption habits, but one can not fail to relate these data to the current recessive economic context of the country. The rise in unemployment levels, high inflation and uncertainties about the future of the country make the consumer take a more cautious approach to their finances, “says Kawauti.

 

For the economist, on the one hand the consumer acts with greater caution in the purchases and takes more attitudes to economize, in order to make its budget to render more; On the other, he seems more pressured to resist unplanned purchases as he understands that such behavior becomes even more risky in times of crisis.

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Among the most practiced attitudes are to donate or exchange products that no longer need before throwing away (87.1%), do not use car to go anywhere (76.3%) and avoid printing papers to avoid expenses and take care Of the environment (75.6%). The preference for alcohol over gasoline, besides being the least frequent practice, was the only one that presented a significant drop – from 41.4% in 2015 to 32.6% in 2016.

Source: Meio e Mensagem

[:es]La mayoría de los consumidores brasileños piensan antes de hacer una compra por impulso. De acuerdo con una encuesta realizada por el Servicio de Protección de Crédito (SPC Brasil) y la Confederación Nacional de Comerciantes (CNDL) con 600 consumidores en 26 capitales, 82,9% garantizan que cuando se sienten cómodos comprando un producto preguntan realmente si lo necesitan , caso contrario, prefieren no comprar. El año pasado, la tasa fue de 75,3%.

 

El estudio mostro, sin embargo, que sólo tres de cada diez brasileños son conscientes. A pesar de algunas mejoras, el incremento del indicador fue leve en comparación con 2015. “El consumidor brasileño tiene un rendimiento por debajo de lo que se considera ideal, lo que representa un consumidor en transición.

Al igual que en 2015, los encuestados asocian con frecuencia el consumo consciente con actitudes solamente financieros, permaneciendo en segundo plano las esferas ambientales y sociales “, explica el economista jefe SPC Brasil, Marcela Kawauti.

 

Para elaborar el indicador, se realizó una encuesta para investigar los hábitos, actitudes y comportamientos que son parte de la rutina de los brasileños.

Los problemas calaron en tres dimensiones que componen el concepto de consumo responsable y todos ellos tenían resultados por debajo del óptimo rendimiento de 80%: prácticas ambientales (72,5%), las prácticas financieras (73,8%) y las prácticas sociales (70, 6%).

“A primera vista, esto podría ser una señal de que el brasileño se encamina hacia los hábitos de consumo más racionales, pero no se puede dejar de relacionar estos datos con el actual entorno de recesión económica del país. El crecimiento del desempleo, la elevada inflación y la incertidumbre sobre el futuro del país que los consumidores adoptan una actitud más cautelosa hacia sus finanzas “, dijo Kawauti.

 

Para el economista, por un lado los consumidores actuamos con mayor precaución en las compras y toma más actitud para economizar ; por el otro, parece más presionado para resistir compras sin planificación, ya que considera que este comportamiento se vuelve aún más arriesgado en tiempos de crisis.

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Entre las actitudes más practicados son las de donar o intercambiar los productos que ya no necesitan antes de tirar (87,1%), no utilizar el automóvil para ir a cualquier lugar (76,3%) evitar la impresión en papel para evitar el gasto y cuidar el medio ambiente (75,6%). La preferencia por el alcohol en lugar de gasolina, además de ser práctica menos frecuente, fue la única a presentar descenso significativo – de 41,4% en 2015 a 32,6% en 2016.

Fuente: Meio e Mensagem

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